quarta-feira, 23 de maio de 2018

Ciro se diz feminista "antes da modinha" e machista, não, "em nenhum grau"

Ciro Gomes, o pré-candidado do PDT à presidência da República, diz que está mais calmo. Diz também que não se considera machista em "nenhum" grau e que "antes da modinha", teve atos feministas nos governos de Fortaleza e do Ceará, por exemplo, ao nomear mulheres para a metade dos dois secretariados.

O ex-ministro de Lula considera a legislação a respeito do aborto "anacrônica". Perguntado se concorda com a prisão, prevista em lei, de mulheres que abortam fora das possibilidades constitucionais, Ciro não responde categoricamente. Mas dá um sinal: "O Estado não deveria ser um agravante dessa tragédia (referindo-se ao aborto)".

Casado pela terceira vez - há dois anos, ele mora com a cearense Giselle Bezerra, Ciro afirma ser "oportunismo" relembrar a frase de que o papel de Patrícia Pillar, sua esposa na corrida presidencial de 2002, era o de dormir com ele. Que a frase não pautou sua carreira política, mas que esse foi "um momento muito burro" de sua vida. "Vamos focar no presidente. Primeira-dama a gente conversa depois", diz Giselle, respondendo sobre quais são seus projetos para o cargo.

Clique AQUI e leia na integra a entrevista de Ciro ao portal Universa, a nova plataforma feminina do UOL, que tem, segundo eles, a missão de ser referência de jornalismo e conteúdo para as mulheres brasileiras.